sábado, 21 de maio de 2016

Baywatch ganha remake com Dwayne The Rock


Após diversos teasers e imagens de bastidores divulgadas por Dwayne ‘The Rock’ Johnson, o reboot de ‘Baywatch’ finalmente ganhou a primeira imagem oficial do elenco.
A foto traz o time de protagonistas do longa, formado por, da esquerda para a direita, Jon Bass, Alex Daddario, Zac Efron, The Rock, Kelly Rohrbach e Ilfenesh Hadera.
Na trama da adaptação da série, o salva-vidas Mitch Buchannon (The Rock) tem de lidar com um novo integrante de sua equipe (Efron). Juntos, os dois descobrem um local dominado pela criminalidade e que pode colocar em risco o futuro da região em que trabalham.
Dirigido por Seth Gordon, o longa conta também com integrantes da série original, como Pamela Anderson, Rob Huebel, Belinda, entre outros. A estreia está prevista para 2017.

As primeiras aparições dos astros de Hollywood vão te impressionar

Caríssimos cinéfilos,

Sei que ando meio sumido e muita gente me pede pra voltar. Não poderia deixar de comentar as primeiras aparições dos astros consagrados de Hollywood. Juro que eu jamais reconheci 


Sylvester Stallone em um filme de Woody Allen? Sim, isto aconteceu em 1971, muito antes da explosão de ‘Rocky, um Lutador’, com o ator fazendo uma ponta em ‘Bananas’. Sem contar que antes disso ele fez filmes adultos.


Jennifer Lawrence vestiu a fantasia de mascote de um time de escola, num dos episódios da série ‘Monk’. Pelo menos teve direito a mostrar o rosto em uma das cenas.


Antes de ficar famosa no mundo todo como Rachel Green, Jennifer Aniston comeu o pão que o diabo, ou melhor ‘O Duende’, amassou neste filme de terror de 1993.


Essa aparição foi de cair o queixo. Vi "A Hora do Pesadelo" quando adolescente, jamais reconheceria o ator de Piratas do Caribe ou Don Juan nesse clássico do terror. Pois é, acredite, Johnny Depp já fugiu de Freddy Krueger, no primeiro ‘A Hora do Pesadelo’ (1984).


Uma das primeiras aparições de Ben Affleck na TV foi num episódio de ‘Buffy - A Caça Vampiros’.


Atriz requisitada de sucessos de crítica e bilheteria como ‘Mad Max: Estrada da Fúria’, Charlize Theron começou em Hollywood com uma ponta em ‘The Wonders - O Sonho Não Acabou’.


A primeira vez que o diretor Michael Bay e a atriz Megan Fox trabalharam juntos não foi em ‘Transformers’, mas sim em ‘Bad Boys 2′, no qual a morena fez uma dançarina em um dos clubes noturnos frequentados pelos personagens.


A participação de Charlie Sheen em ‘Curtindo a Vida Adoidado’ é curta, mas marcante: ele já demonstrava o estilo malandro que consagrou na série ‘Two And a Half Man’.


Duvido que alguém reconheça um dos mais famosos X-Man nessa cena. Um dos guerreiros descamisados de ‘300′ era Michael Fassbender, que mais tarde seria o novo Magneto. Aliás, outro filme dele que eu recomendo é Shame.


Hoje  uma comediante em alta, Amy Schumer fez figuração em um episódio de ‘30 Rock’, ao lado de Tina Fey.






sexta-feira, 29 de abril de 2016

Horários dos episódios de Game of Thrones 6 temporada


Todo domingo a HBO exibe um novo episódio de Game of Thrones. Confira abaixo algumas imagens do segundo episódio da sexta temporada. GoTS6E2













terça-feira, 26 de abril de 2016

Erros históricos de Hollywood


  Escravos não construíram pirâmides
“Camponeses teriam feito o trabalho”, comenta Holland. “Era uma tática para manter todos com alguma ocupação, proporcionando-lhes algo para fazer. Elas [as pirâmides] foram feitas com pessoas recebendo chicotadas? Não é verdade.”


Não existe o cara à frente de seu tempo em um mundo antigo
“Filmes com temática antiga, com personagens que usavam espadas e sandálias, sempre tinham um cristão para mostrar a perspectiva total no mundo antigo com a qual o público poderia se identificar”, diz Holland. “Eles [filmes do gênero] não têm mais cristãos, mas sempre contam com algum personagem cujo viés é libertário. Em ‘Gladiador’, tudo ali dizia respeito à república que era supostamente democrática - o que não era verdade. Você precisa ter alguém que incorpora o pensamento contemporâneo no longa. Isso equivale a trazer à tona valores liberais, de modo presunçoso, para épocas nas quais não eram aplicadas”, ressalta o historiador.


Animais fora de contexto em países errados
“‘Troia’ é terrível!”, diz o autor. “Tentaram fazer um filme histórico sobre algo que nunca aconteceu, a Guerra de Troia. E no topo disso eles continuaram fazendo erros extraordinários. Por exemplo, havia animais desde ovelhas a até mesmo duas lhamas, que são do Peru. Por que haveria lhamas em um filme sobre a Grécia antiga?“


Vikings não tinham capacetes com chifres
OK, aqui estamos falando sobre o senso comum de vikings usarem (adivinha?) capacetes com chifres. Mas é necessário quebrar esse mito. “Isso só existe em filmes de Hollywood. Creio que, na verdade, isso remonta ao período vitoriano e a ilustrações de livros didáticos, mas eles nunca usaram tais equipamentos.”


Americanos levando o crédito por tudo
Sejamos francos: os estadunidenses são os mocinhos de todo e qualquer filme e, claro, são considerados os grandes benfeitores da humanidade. Mas há limites. Muitos limites. “‘O Resgate do Soldado Ryan’ é o exemplo mais notório disso, pois mostra norte-americanos roubando a manca Enigma antes de os EUA entrarem na II Guerra Mundial. É irritante.”


Romanos participando frequentemente de orgias e comendo alimentos insanos
“Os romanos não comiam tantos ratos como somos induzidos a acreditar”, comenta Holland. “Eles até comiam, mas não com a mesma frequência em filmes hollywoodianos”, ressalta o autor, ao refutar outro mito: a ocorrência de frequentes orgias. “Nunca vi a vida sexual dos romanos sendo reproduzida com corretamente. A razão pela qual achamos que eles faziam orgias intermináveis é pelo fato de moralistas romanos escreverem sobre isso”, conta Holland. “Mas eles escreviam sobre porque eles ficavam chocados com aquilo e aumentavam a história. Você tinha de escrever sobre um homem romano fazendo sexo com a mesma frequência com a qual vai ao banheiro. A ideia de romanos serem obcecados em transar está incrivelmente errada.”


A existência do amigo negro sábio
“Você pôde vê-lo em filmes como ‘Pompeia’ e ‘Gladiador’”, relata Holland, sobre o cara negro que é o melhor amigo do protagonista e que tem sentimentos nobres. “O equivalente medieval, como em ‘Robin Hood’, é um árabe que trará em si a personificação da tolerância e a compreensão da álgebra. Isso é algo simplista.”

Relembre os 12 papéis mais marcantes de Al Pacino em seu aniversário de 76 anos



Al Pacino, que completa 76 anos nesta segunda, chamou a atenção do mundo do cinema pela primeira vez em 1972, como o Michael Corleone de ‘O Poderoso Chefão’, personagem que vai ganhando poder ao longo da trilogia. Pelo papel, teve duas de suas oito indicações ao Oscar.


Serpico Dirigido por Sidney Lumet, Pacino teve uma de suas interpretações intensas (bem no estilo que o tornou conhecido) como o policial que denuncia um esquema de corrupção no departamento e passa a ser perseguido.


Um Dia de Cão Trabalhando novamente com Lumet, o ator fez Sonny, sujeito apaixonado que arma um roubo a banco. A verdadeira motivação por trás do ato: quer pagar pela operação de mudança de sexo de sua companheira. Lembrado até hoje como um de seus principais filmes.


Scarface “Diga ‘oi’ para a minha amiguinha” é uma das frases mais marcantes do cinema, e é dita por Tony Montana instantes antes dele abrir fogo contra seus inimigos, no clímax do filme de Brian de Palma. Lançado em 1983, Montana é lembrado até hoje, e virou personagem de videogame.


Sob maquiagem pesada, premiada com o Oscar, Pacino viveu o vilão mafioso Big Boy Caprice na adaptação da história em quadrinhos.


Apesar das muitas indicações, Al Pacino tem apenas uma estatueta do Oscar na estante. Ela veio com sua emocionante atuação neste filme de 1992, como um ex-coronel cego, rabugento e sedutor, que tem algumas coisas para ensinar ao jovem que toma conta dele.


Como um criminoso portorriquenho que tenta reconstruir a vida em meio a um ambiente repleto de drogas e e violência, Pacino fez outra atuação marcante e elogiada, novamente dirigido por Brian De Palma.

Encontro de dois monstros sagrados do cinema, ‘Fogo Contra Fogo’ coloca Pacino enfrentando Robert De Niro, em lados opostos da lei. Ele é o policial à caça do assaltante experiente vivido por De Niro. Os dois dividem a cena apenas em um diálogo, mais foi suficiente para os fãs irem à loucura.


Já com a carreira consagrada, o ator deu mais um show na pele do advogado John Milton, uma encarnação do demônio, que torna a vida do pupilo vivido por Keanu Reeves um inferno.


No filmaço que mostra a delicada relação entre um jornalista e sua fonte, num escândalo que abalou a indústria de cigarros, Pacino é Lowell Bergman, o homem que vai atrás da notícia, ao mesmo tempo em que precisa proteger o hesitante personagem de Russel Crowe.


Nem mesmo Pacino escapou da trupe formada por George Clooney, Brad Pitt, Matt Damon e companhia. Na terceira parte da franquia sobre os mais ousados ladrões de cassino do cinema, ele é o vilão Willy Bank.


Al Pacino tem feito filmes de menor repercussão nos últimos tempos, emprestando seu talento para cineastas jovens e independentes. O melhor de seus últimos trabalhos é neste filme em que faz o cantor Danny Collins, astro que, já com a idade avançada, repassa 

sábado, 23 de abril de 2016

Indicações de Westerns Clássicos na NetFlix no segundo trimestre de 2016

Cinéfilos, caríssimos:

Há tempos não faço minhas indicações de filmes e, antes que a internet banda larga no Brasil se torne limitada, faço aqui a indicação de alguns clássicos imperdíveis que estão disponíveis na NetFlix nesse trimestre:



  • Era uma vez no Oeste
  • O Homem que matou facínora 
  • Três homens em conflito
  • Por uns dólares a mais 
  • Rio Vermelho

Tratam-se de filmes obrigatórios na agenda de qualquer amante da sétima arte do velho oeste: Clint Eastwood, John Wayne e Charles Bronson em sua melhor fase.

sábado, 16 de abril de 2016

Game of Thrones pode acabar antes do previsto, dizem produtores




"Game of Thrones" ainda nem voltou para sua sétima temporada, mas já deixa os fãs querendo mais. Isso porque nesta sexta-feira (15), em entrevista com a revista americana "Variety", os criadores do seriado mostraram a intenção de encerrar a jornada fantasiosa em 2018 com menos episódios do que o esperado -tanto pelos espectadores, quanto pela HBO.

"Acho que nos restam mais 13 capítulos após esta temporada. Já estamos na última volta," disse o produtor-executivo David Benioff. "É um palpite. Nada está definido, mas essa é a nossa intenção."

O cronograma que idealiza com o colega Dan Weiss prevê um total de oito temporadas. Em 24 de abril, "Game of Thrones" começa a exibir os dez episódios do sexto ano -depois dele, os criadores planejam sete capítulos para a sétima temporada e seis para a oitava, quando seria declarado o fim de jogo e o vencedor, conhecido. Se seguissem o atual padrão do seriado, cada um dos próximos anos teria dez episódios, totalizando 20, sete a mais do que o pretendido.

Quem não gostou do fim precoce foi a HBO. No ano passado, o programa bateu a marca de 20 milhões de espectadores semanais só nos Estados Unidos -com a marca, deixou a quinta temporada de "Os Sopranos" (14,4 milhões semanais) comendo poeira.

"As implicações narrativas indicam mais dois anos [de seriado] para os criadores. Se eu, como um executivo de televisão e fã, queria outros seis anos? Sim", declarou Michael Lombardo, diretor de programação do canal. Apesar da vontade de Weiss e Benioff, a HBO ainda negocia a renovação da série.